sábado, 22 de março de 2008

Loucura não é ser louco

" O que move o mundo não são as ações, mas as reações. Porém, se as reações o movem, as ações o comovem. Sabe-se que toda ação gera uma reação. Do mesmo modo, toda comoção deve gerar uma locomoção. Toda locomoção é fruto da comoção de um louco frente a uma necessidade. Louco é o que progride em direção a alguma cura. Isso é um exemplo de reação: loucura + comoção => locomoção + cura.
Uma reação de dupla troca.

Para curar, existe o médico. Para locomover, existe o louco. “De médico e louco, todo mundo tem um pouco”. Então, qualquer um pode resolver qualquer coisa, já que a reação apresentada resulta em uma solução homogênea que resolve todos os problemas. O problema da solução é que é a ação. Para resolver, basta agir.
Para agir, basta ser louco.

Todos nascemos loucos; depois, mais tarde, por conta de uma pancada na cabeça ou coisa do gênero, é que alguns degeneram. Sendo assim, para ser louco, basta manter-se são.

Quem se mantém são em sua loucura, pode ser absolutamente tudo. "

F . DIDO

Meste Dido,

Obrigado por me mostrar que posso ser absolutamente tudo.

Da sua eterna aprendiz,

Sarah.

3 comentários:

Livia R disse...

tantos sofismos e falácias só poderiam levar a obnubilação completa!
É como o avesso do avesso, a loucura do louco talvez seja o ápice da sandisse desvairada!

Franco Fiddgins disse...

A loucure sempre fez parte, e sempre fará.
Gostei muito dos textos do seu blog!
aprendi muito aqui ^^
Obrigado,

marcela disse...

é quase um trava-línguas.
mas só digo isso: você PODE e É tudo.

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